O Evangelho de João foi escrito para que o leitor creia que Jesus é o Cristo, o Filho de Deus, e tenha vida em Seu nome (João 20:31). Ele apresenta Jesus como a Palavra que se fez carne, narra sete sinais (milagres) e as declarações "Eu sou", e dedica grande espaço à última semana, à cruz e à ressurreição.
Capítulo 1: prólogo — a Palavra eterna que se fez carne.
Capítulos 2-12: o livro dos sinais, como a água transformada em vinho, a cura do cego de nascença e a ressurreição de Lázaro.
Capítulos 13-17: a última ceia, o lava-pés, o discurso de despedida e a oração de Jesus pelos discípulos.
Capítulos 18-21: prisão, crucificação, ressurreição e aparições aos discípulos.
Eu sou o pão da vida (6:35), a luz do mundo (8:12), a porta (10:9), o bom pastor (10:11), a ressurreição e a vida (11:25), o caminho, a verdade e a vida (14:6) e a videira verdadeira (15:1).
“O Verbo se fez carne e habitou entre nós, cheio de graça e de verdade, e vimos a sua glória, glória como do unigênito do Pai.”
“Pois assim amou Deus ao mundo, que deu seu Filho unigênito, para que todo o que nele crê, não pereça, mas tenha a vida eterna.”
“Respondeu-lhe Jesus: Eu sou o caminho e a verdade e a vida; ninguém vem ao Pai senão por mim.”
“estes, porém, estão escritos para que creiais que Jesus é o Cristo, o Filho de Deus, e para que, crendo, tenhais vida em seu nome.”
A tradição cristã o atribui ao apóstolo João, "o discípulo a quem Jesus amava".
Mateus, Marcos e Lucas seguem uma sequência parecida. João traz muitos episódios e discursos exclusivos e enfatiza quem Jesus é.
Muitas pessoas começam pelo Evangelho de João, por apresentar Jesus de forma clara e direta.