O Salmo 1 abre o livro dos Salmos apresentando dois caminhos: o do justo, que tem prazer na lei de Deus e é comparado a uma árvore plantada junto às águas, e o dos ímpios, que são como a palha levada pelo vento. A felicidade, segundo o salmo, vem de ouvir e praticar a Palavra.
Texto: Tradução Brasileira da Bíblia (1917), em domínio público.
Versículos 1-2: a pessoa feliz é descrita primeiro pelo que evita (andar, deter-se e assentar-se com os maus) e depois pelo que ama: meditar na lei de Deus dia e noite.
Versículo 3: a imagem da árvore fala de estabilidade, fruto no tempo certo e folhas que não murcham — uma vida nutrida por uma fonte constante.
Versículos 4-6: em contraste, a vida longe de Deus não tem raiz. O salmo termina lembrando que Jeová conhece o caminho dos justos.
É um bom texto para começar um plano de leitura bíblica ou para orar pedindo constância na Palavra. Também ajuda a avaliar influências: com quem ando, o que ouço, onde me assento.
Senhor, quero ser como a árvore plantada junto às águas. Dá-me prazer na Tua Palavra e constância para meditar nela dia e noite. Guarda-me dos caminhos que me afastam de Ti e faz a minha vida dar fruto no tempo certo. Amém.
Que a verdadeira felicidade está em amar e praticar a Palavra de Deus, e que só existem dois caminhos: com Deus ou sem Ele.
Ler, repetir, pensar e aplicar a Palavra ao longo do dia, deixando que ela molde decisões e atitudes.
O salmo não traz título nem autor. Ele funciona como introdução de todo o livro dos Salmos.